O ano de 2026 para o varejo promete ser desafiador! Mesmo com expectativas de crescimento das vendas nominais do setor, o cenário de inflação, juros elevados e margens pressionadas exige um nível de planejamento cada vez mais estruturado por parte dos varejistas.
Na prática, redes que não tratam o planejamento como disciplina contínua acabam reagindo tardiamente a problemas operacionais. Em redes varejistas de diversos segmentos, não é raro identificar perdas acima dos níveis aceitáveis, apenas quando o impacto já aparece nos indicadores financeiros, para citar um exemplo.
Neste panorama, o planejamento é um fator decisivo para o sucesso das empresas!
De forma geral, o planejamento no varejo em 2026 se apoia em quatro pilares centrais:
- Busca pela redução de perdas;
- Necessidade de maior eficiência operacional;
- Otimização da experiência do cliente baseada em indicadores consistentes e uso de novas tecnologias, incluindo inteligência artificial;
- Redução sustentável de custos operacionais.
Pensando nisso, neste artigo, preparamos um guia para apoiar o varejo no planejamento e estruturação desses quatro pilares.
Planejamento para redução de perdas no varejo
O planejamento voltado para redução de perdas no varejo envolve um mapeamento claro de riscos, produtos e processos vulneráveis a quebras e furtos, além de uma revisão estratégica das rotinas operacionais.
Nesse contexto, a tecnologia assume um papel importante para trazer maior visibilidade para os varejistas a partir de uma gestão centralizada e orientada por dados. Informações consolidadas tornam possível identificar, por exemplo:
- Horários críticos com maior incidência de perdas;
- Áreas sensíveis da loja;
- Padrões de comportamento que indicam desvios operacionais.
Nesse mesmo sentido, imagens integradas aos dados ampliam a capacidade analítica, permitindo validar hipóteses, entender comportamentos e apoiar decisões de forma objetiva e rastreável.
Com uso da inteligência analítica é possível transformar volumes massivos de dados e imagens em base estratégica para a tomada de decisões, definição de alertas e indicadores acionáveis, apoiando gestores sem sobrecarregar ou exigir a expansão de equipes operacionais.
Na Inwave, esse modelo de gestão centralizada se inicia com as imagens dos sistemas CFTV das lojas que se integram a outros recursos como a Plataforma Darwin, complementando a visão e o controle das lojas para um planejamento eficiente focado na redução de perdas no varejo em 2026.
Planejamento para eficiência operacional
Eficiência operacional não se constrói com auditorias pontuais, mas com visibilidade contínua sobre processos críticos, rotinas diárias e indicadores-chave de desempenho.
O planejamento, nesse sentido, funciona como um mapa que auxilia os gestores a antecipar gargalos, atualizar processos e garantir que decisões sejam tomadas com base em informações atualizadas e confiáveis.
Sem essa visibilidade, também potencializada pela tecnologia, as lojas ficam reféns de respostas tardias para problemas que poderiam ser resolvidos de forma preventiva.
Sistemas como a plataforma Darwin, da Inwave, permitem centralizar dados, imagens e alertas, oferecendo uma visão integrada da operação e apoiando decisões em tempo real.
Lembre-se: no planejamento para o varejo em 2026, a eficiência passa a ser resultado direto da integração entre tecnologia, processos bem definidos e gestão orientada por dados operacionais.
Planejamento focado na experiência do cliente
A experiência do cliente deve ser tratada como variável operacional mensurável, e não apenas como uma meta distante ou discurso no varejo.
Indicadores como tempo de fila, taxa de abandono de carrinho, tempo de atendimento e disponibilidade de produtos refletem diretamente a qualidade da experiência entregue aos consumidores.
O planejamento da experiência do cliente significa, em outras palavras, atuar sobre processos que impactam em diversas rotinas e indicadores, como escalas de funcionários, layout das lojas, fluxo de caixa e reposição de estoque.
A inovação, mais uma vez, é uma aliada que permite monitorar esses fatores em tempo real, transformando experiência em dado analisável e passível de melhoria contínua.
Por isso, é importante ter em mente que, com operações mais complexas, a experiência do cliente será consequência direta da eficiência dos processos, e não apenas da atuação individual das equipes.
Planejamento para redução de custos no varejo
A redução de custos exige planejamento estruturado, baseado em dados operacionais reais e identificação proativa de desvios operacionais.
Sem esse diagnóstico, os varejistas correm o risco de ter perda de eficiência, impactando negativamente na experiência do cliente e gerando aumento indireto de custos ocultos.
Nesse sentido, é importante contar com o apoio da tecnologia e processos bem desenhados para mapear desperdícios, ineficiências, retrabalhos e falhas que se repetem ao longo da operação sem serem percebidas.
Com esse pilar, a redução de custos passa a ser resultado de um modelo de inteligência operacional aplicada e acompanhada continuamente, não de medidas emergenciais.
Como a inovação fortalece o planejamento do varejo em 2026?
Como vimos, a tecnologia se consolida como um elemento estruturante do planejamento no varejo em 2026, conectando dados, processos e pessoas em uma visão integrada da operação.
Soluções como a Plataforma Darwin permitem que os gestores usem o planejamento como uma ferramenta estratégica para decisões mais confiáveis e capazes de potencializar o crescimento de suas redes.
Além disso, a inteligência de vídeo e a integração de imagens aos dados operacionais ampliam a capacidade analítica, convertendo imagens em informações estratégicas para prevenção de perdas, eficiência e controle operacional.
Antes dessa integração, decisões dependiam quase exclusivamente de relatos ou auditorias pontuais; com imagens associadas aos dados, gestores passam a validar ocorrências em minutos, não dias.
Com tudo isso, é possível contar ainda com um modelo de gestão centralizada que fortalece a padronização de rotinas, a escalabilidade e o controle operacional, mesmo em redes com múltiplas lojas e canais integrados.
Mais do que uma iniciativa pontual, o planejamento passa a ser um diferencial competitivo sustentável, especialmente em um cenário de margens pressionadas e operações cada vez mais complexas no varejo de 2026.



